O genial Zé Béttio de Serginho Leite; por Carlos Coraúcci
Em homenagem a Serginho Leite, que nos deixou na terça-feira (leia aqui), reproduzo, a seguir, trecho de um dos capítulos do livro Um Show de Rádio: a vida de Estevam Sangirardi, de Carlos Coraúcci.
"A história do rádio seria outra se não existisse o radialista e apresentador de programas sertanejos Zé Bettio. Trabalhou em várias emissoras, mas foi na Rádio Record, na década de 1970, que ele chegou ao seu apogeu. Teve durante bons anos mais de 40% de audiência. Bem antes de começarem os noticiosos matinais, lá estava ele com seu estilo marcante para chamar a atenção das donas de casa, indicando milgagres para a saúde e bem estar, tratamentoe para 'o gordo' e para família inteira. Isso sem contar os sábados à noite no Bailão do Cine Coliseu, um cinema que ficava no bairro do Jaçanã, Zona Norte de São Paulo, transformado em salão de baile.
"A história do rádio seria outra se não existisse o radialista e apresentador de programas sertanejos Zé Bettio. Trabalhou em várias emissoras, mas foi na Rádio Record, na década de 1970, que ele chegou ao seu apogeu. Teve durante bons anos mais de 40% de audiência. Bem antes de começarem os noticiosos matinais, lá estava ele com seu estilo marcante para chamar a atenção das donas de casa, indicando milgagres para a saúde e bem estar, tratamentoe para 'o gordo' e para família inteira. Isso sem contar os sábados à noite no Bailão do Cine Coliseu, um cinema que ficava no bairro do Jaçanã, Zona Norte de São Paulo, transformado em salão de baile.
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