quinta-feira, outubro 09, 2014

Ziraldo, Pedro Bandeira e Eva Furnari para celebrar o Dia das Crianças

Depois da Bienal, trio de ouro da literatura infantojuvenil está no NET Educação

Três dos maiores nomes da literatura infantojuvenil brasileira se encontraram no final de agosto na Bienal do Livro de São Paulo. Eu estive lá e consegui fazer entrevistas individuais com Ziraldo, Pedro Bandeira e Eva Furnari.
As divertidas e emocionantes conversas podem ser conferidas no NET Educação.


Pedro Bandeira comemora 30 anos de “Os Karas” com o lançamento do sexto livro da série, A Droga da Amizade. No áudio, o escritor ressalta a importância de sua experiência como jornalista para se tornar autor. Conta que estudou psicologia do desenvolvimento para entender como pensam e agem crianças e adolescentes de diferentes faixas etárias. Pedro Bandeira também cita obras que influenciaram a sua série “Os Karas”: “Os Meninos da Rua Paulo”, de Ferenc Molnár e, sobretudo, “Os Três Mosqueteiros”, de Alexandre Dumas. Ainda, na entrevista, ele explica o que mantém seus livros atuais a ponto de alguns títulos venderem mais hoje do que no momento em que foram lançados.



Ziraldo aproveitou a Bienal para apresentar um menino de rua chamado Raddyssonn. Na história, o futebol e a leitura são os responsáveis por tirarem os personagens Raddysson e Rosykeller das ruas. Esses nomes, difíceis de escrever e pronunciar, assim como Vladysson, Ketlein, Marydjoy, Taillnady, Daylande, Waldisney e tantas outros, integram uma lista que Ziraldo vem colecionando há muito, nas tardes de autógrafos.  Para ele, ao darem um nome diferente aos filhos, os pais têm esperança que estes conquistem um destino também distinto do deles. As situações vividas pelos protagonistas são exemplos da realidade enfrentada pela maioria das crianças brasileiras de nomes e vidas difíceis. Na entrevista, Ziraldo nos presenteia com a leitura de um trecho da obra “Um Menino Chamado Raddysson e mais os Meninos de Portinari”.
















Eva Furnari aponta alguns elementos em comum entre a obra dela e a de Chaplin. No áudio, a escritora que publicou mais de 60 livros destinados às crianças, conta sobre a sua infância, “mais solta” que a das crianças de hoje, da descoberta do desenho e também aborda o processo criativo na elaboração dos livros compostos somente por imagens. Faz ainda a leitura de um trecho do livro “Felpo Filva”, que será lançado na Inglaterra.


Ouça aqui o bate-papo com Eva Furnari.

Se preferir baixar o MP3, clique aqui

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