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Mostrando postagens com o rótulo Elis Regina

Rádio Cultura Brasil traz retrospectiva da música brasileira no último dia do ano

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O ano de 2022 foi especial para a Rádio Cultura Brasil. Em janeiro a emissora esteve entre os ganhadores do APCA 2021. Ao longo do ano, outros destaques marcaram a programação. Na minha retrospectiva pessoal, tive a honra de assinar a série em 5 episódios "ZYR 100, o Centenário do Rádio no Brasil", disponível no site da emissora e que pode ser acessada a partir deste endereço .  O ano termina em grande estilo também. Desta vez com uma programação especialmente pensada para o último dia de 2022. Acompanhe abaixo a transcrição da chamada que está sendo exibida na Rádio Cultura Brasil, nas vozes de Fabiana Ferraz e Alexandre Ingrevallo.  Escute também o áudio da chamada aqui: Fabiana Ferraz:  2022 foi um ano muito intenso para a música brasileira: comemorações, homenagens, perdas de figuras fundamentais da MPB. Alexandre Ingrevallo: E no último dia do ano nós vamos relembrar esses acontecimentos tão importantes para a música. Eu, Alexandre Ingrevallo... Fabiana Ferraz: ... J...

80 anos de Milton Nascimento: João Marcello Bôscoli e William Teixeira analisam a música Morro Velho

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Milton Nascimento em apresentação em Veneza (Itália) em 2022 (crédito: divulgação/ Marcos Hermes) Publicado em Instituto Claro , em 12 de outubro de 2022 Acompanhe abaixo uma homenagem aos 80 anos de Milton Nascimento, com depoimentos do próprio artista e análises de João Marcello Bôscoli e do doutor em música pela USP, William Teixeira:  https://www.institutoclaro.org.br/educacao/wp-content/uploads/sites/2/2017/11/56d445c5-4b5d-4360-8d7e-f21370bca551.mp3    Download Transcrição 0:00 “Morro Velho” foi gravada inicialmente no disco “Travessia”, de 1967. Na letra, Milton Nascimento trata dos caminhos destinados a duas crianças, uma preta e outra branca, que moram na mesma fazenda. Explorando a desigualdade e o preconceito racial, a canção permanece atual ao apresentar como são diferentes as oportunidades dadas a esses dois personagens. “É um belo retrato da...

40 anos sem Elis: Aquarelas e Querelas do Brasil continuam atuais?

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Obra de Fabrizio Andriani  para capa do livro "Em busca do Falso Brilhante", de Rafaela Lunardi #repost Instituto Claro Há 40 anos perdíamos Elis Regina, uma das maiores cantoras do País. Intérprete de muitos sucessos, ela cantou sobre questões políticas, em canções que retratavam o Brasil de seu tempo, que permanecem atuais.  É o caso de ‘Querelas do Brasil’, de 1978, que foi lançada por Elis no álbum “Transversal do Tempo”. No nosso podcast sobre a música, tivemos  João Marcello Bôscoli, produtor musical e filho mais velho de Elis com o músico Ronaldo Bôscoli, Marcos Napolitano  , doutor em história social, e a também doutora em história social Rafaela Lunardi  . Acesse bit.ly/ElisRegina-Querelas ouça no player abaixo e escute o bate-papo completo. 🎤🎶 #ElisRegina   #QuerelasdoBrasil   #40anossemelis   #elis Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcelo Abud (@abudmarcelo)

Podcast #141 Histórias do Rádio: Walter Silva e a bossa nova para o rádio em O Picape do Picapau

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Acompanhe o 5º episódio da série "Histórias do Rádio", com destaque para O Picape do Picapau, de Walter Silva: Walter Silva – O Disc-Jóquei de São Paulo “Fui quase poeta, quase músico, jornalista, quase tudo. Operário, cantor, cineasta, publicitário... quase fui. Só político, capacho, reacionário ainda não fui. Talvez um Carbonari direto, sem intermediário, um filho da luta diária pelos poucos pães e poucas águas, um comandante de mim mesmo, vida a esmo. Isso que eu fui. Hoje, muito vivo, quase morto. E daí? Valeu? Não sei. Mas que doeu, doeu.” (Walter Silva por ele mesmo, em depoimento aos entrevistadores Beth Carmona e Flávio Porto, em 1983, no Departamento de Multimeio do Centro Cultural São Paulo)   Walter Silva ( São Paulo, 7 de março de 1933 - 27 de fevereiro de 2009) fez parte de um tempo em que o profissional de comunicação era uma espécie de faz-tudo. Antes e mesmo depois de se tornar famoso com seu Picape do Picapau, ele havia assumido diferentes funçõe...

No ar! Conheça e participe do Museu Virtual do Rádio e da TV

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Foto publicada no Estadão, em setembro de 2009, da Torre de Babel construída com aparelhos de rádio, criada pelo artista plástico Cildo Meireles. Como era a sua relação com o rádio na infância e na juventude? Você ouvia rádio acompanhado ou sozinho? E o aparelho, como era: de válvula e precisa esquentar para começar a funcionar? De pilha e sintonizava emissoras de todo o mundo? Você chegou a sonhar em trabalhar no rádio? Realizou esse sonho? Cobertores Parahyba e Casas Pernambucanas soam como música aos seus ouvidos? Nasce o Museu Virtual do Rádio e da TV . Vamos começar viajando pelo rádio e suas histórias nesta primeira fase. A partir de relatos que estão sendo coletados por alunos de Comunicação da Faculdade Armando Álvares Penteado, a FAAP, de São Paulo, começamos a dividir algumas histórias. A proposta, neste momento de distanciamento social, é aproximar gerações pela emoção de uma conversa que traz boas lembranças e sintoniza os mais velhos com momentos gosto...

30 anos sem Elis Regina

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Hoje, a Rádio Malaveia presta uma homenagem às 11 h. Você ouve o Disco 1 da Coletânea Saudade do Brasil, lançada por Elis Regina em 1980. A Malaveia é ouvida em www.malaveia.com.br Em 19 de janeiro de 1982, Elis virou uma estrela definitiva ao subir aos céus. Uma estrela sem "Falso Brilhante" . Para relembrar a data histórica, uma entrevista inesquecível. O saudoso radialista Hélio Ribeiro conduziu a conversa com Elis e César Camargo Mariano em 18 de fevereiro de 1976, nos estúdios da Rádio Bandeirantes . Na ocasião, Elis estava em cartaz com o show de maior repercussão de sua trajetória, "Falso Brilhante" . Clique aqui e ouça um longo trecho deste momento marcante do programa O Poder da Mensagem de Hélio Ribeiro . O áudio acima foi extraído de uma edição do programa Memória , apresentado pelo jornalista Milton Parron nas rádios Bandeirantes e USP . Durante a entrevista, você acompanha depoimentos de outros artistas nacionais e internacionais que...

Déa Silva e reminiscências sobre O Pick-up do Pica Pau

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Déa Silva no ambiente em que Walter trabalhava. A Bandeirantes foi a primeira emissora a se preocupar com o rádio de estúdio, com criatividade, na década de 50, logo após o surgimento da TV. Não era apenas “vamos ouvir” e “acabamos de ouvir”. Havia críticas, comentários, ligações telefônicas, reportagens. Era um rádio vivo, atraente, que prendia o ouvinte. Feito por gente inteligente. Sem apelações. Na época, a relação com as gravadoras era saudável, amistosa. Elas não se atreviam a impor algo. Os Disc-jóckeys tinham liberdade para elogiar ou criticar os discos perante os divulgadores. Desse período, os dois programas de maior audiência, em todo o Brasil, foram  Telefone Pedindo Bis e O Pick-up do Pica Pau . Ouça no player entrevista exclusiva com Déa Silva e trechos raros do programa, cedidos por ela. Se o player não estiver visível, clique aqui para acessar. Em função do próximo Interferência , que vai ao ar amanhã, 05 de novembro, entre 10 e 12 h., no “V...

Dia do Publicitário – A propaganda no rádio

Hoje, 1º de fevereiro, comemora-se o Dia do Publicitário . Nada melhor do que falar sobre a importância da publicidade no rádio. A primeira década do rádio no Brasil foi patrocinada por aficionados pelo então novo meio de comunicação. Entre 1922 e 1932 a maioria das emissoras tinham em seus nomes os termos Clube ou Sociedade, já que eram os sócios desses grupos que pagavam mensalidades e mantinham a programação para eles mesmos ouvirem. O rádio começou a se popularizar no início da década de 30, quando Getúlio Vargas autorizou a propaganda para o meio de comunicação. Com a verba advinda da publicidade, as emissoras contrataram elencos de artistas e passaram a produzir programas dos mais diferentes estilos. Esta história é contada em detalhes em uma edição do programa Domingo Hora 13 veiculado em 1990 pela Rádio Cultura AM de São Paulo. Ouça a primeira parte deste especial e entenda como a publicidade radiofônica evoluiu ao longo das décadas de 30 e 40. ( se o player não estiver visível...

Centenário (do) Corinthiano

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Muito tem se falado do centenário corinthiano que acontece agora em 2010. Mas este é o ano de comemorar também os 100 anos do corinthiano dos corinthianos Adoniran Barbosa . O artista popular adotou o time do povo e teve até carteirinha de sócio do alvinegro do Parque São Jorge. Ouça um momento histórico do rádio. Osmar Santos em seu inconfundível "futebol show" utiliza composição de Adoniran como tema para a conquista corinthiana do Campeonato Paulista de 1982. A final contra o tricolor paulista no Morumbi aconteceu em 12 de dezembro, pouco menos de um mês após a morte do compositor de Trem das Onze. ( se o player não estiver visível ou quiser baixar este áudio, clique aqui ) João Rubinato, nome verdadeiro do poeta do povo, nasceu em 6 de agosto de 1910. Boêmio, morador do tradicional bairro do Bexiga, no centro de São Paulo, Adoniran viveu e morreu pobre, mas soube como poucos partilhar sua alegria com os amigos. O autor de Saudosa Maloca foi o contraponto à ideia lançada p...